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O silêncio de Chapecó, uma cidade em luto

  • 30 de nov. de 2016
  • 2 min de leitura

A cidade de Chapecó em Santa catarina amanheceu nesta quarta-feira em tremenda dor e luto, toda a população com um único olhar, o olhar de quem se nega acreditar no que aconteceu.

A cidade que hoje deveria está em festa por o único time da cidade está em um final de um campeonato internacional, hoje chora em luto que parece não ter fim. Torcedores e apaixonados pela Chape, como é chamada carinhosamente por todos, deverão se dirigir ao estádio Arena Condá na mesma hora que começaria o jogo contra o time do Nacional, lá prestarão homenagens aos heróis que deveriam hoje disputar o título tão sonhado por todos.

Todos os pouco mais de 200 mil habitantes tentam se reerguer, mas parece que o que aconteceu nas montanhas da Colômbia não tem como ser esquecido.

O cenário que é visto hoje se contradiz com aquele que foi visto no dia em que a Chapecoense fez história ao segurar um empate heroico sem gols diante do tradicional San Lorenzo da Argentina.

Aqueles que hoje vestiam suas camisas para torcer logo mais, em mais um jogo para fazer história, espera triste, angustiado de coração partido pelos corpos que irão chegar na tão pacata cidade.

O que antes se falavam em bares e na roda de amigos, era a tão surpreendente caminhada da Chape na Sul-Americana e sobre a viagem para Curitiba, onde aconteceria o segundo jogo da decisão. Tudo isso, todas esses planos foram amargamente amassados por a tragédia da nebulosa noite de 29 de novembro de 2016.

O que se espera não é mais o título, não é mais a volta olímpica na Arena Condá e sim uma esperança que dias melhores virão.

 
 
 

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